:: Edição Especial Eleições :: 02/06/2016 ::

Fachesf dá posse aos novos conselheiros eleitos



Nessa quarta-feira (1º de junho), a Fachesf realizou a solenidade de posse dos conselheiros deliberativos, fiscal e suplentes eleitos pelos Participantes Ativos e Assistidos no último dia 4 de maio. Para o Conselho Deliberativo, assumiram José Hollanda Cavalcanti Júnior e Benigna Nunes de Lima, com os suplentes Iranilton Leal dos Santos e Júlia Margarida Andrade do Espírito Santo, respectivamente. Para o Conselho Fiscal, tomou posse Murilo Martins Gondim Coutinho e sua suplente, Maria das Graças Monteiro Fernandes. 
 
A mesa de honra foi composta pelo presidente do Conselho Deliberativo da Fachesf, Valdemar Alves Freitas Júnior, o presidente da Chesf, José Carlos de Miranda Farias, e o presidente em exercício da Fundação, José Roque Fagundes. O evento também contou com a presença do diretor de Benefícios, Raimundo Jorge de Sousa Santos, do ex-presidente da Fundação, Mozart Bandeira Arnaud, que presidiu a Comissão Coordenadora do Processo Eleitoral 2016, além de conselheiros deliberativos e fiscais, Participantes e outros convidados.
 
O assessor jurídico Ricardo Lima abriu o evento com a leitura do Termo de Posse. Em seguida, Roque Fagundes e os eleitos assinaram o documento, oficializando o início dos mandatos, que têm duração até 31 de maio de 2020.
 
Roque parabenizou os novos conselheiros e aproveitou a oportunidade para falar da estabilidade da Fachesf. “Temos uma Fundação forte, na qual se pode confiar. Contamos com um quadro de funcionários competente, que tem trabalhado incansavelmente em prol de todos os Participantes, sejam Ativos ou Assistidos. É uma entidade séria, que nunca foi autuada para questões de investimentos ou citada em qualquer comissão de investigação, o que demonstra sua seriedade." 
 
José Carlos de Miranda reforçou a fala de Roque: “Os conselheiros que assumem hoje têm a grande responsabilidade de zelar pela sustentabilidade da Fachesf, sendo cuidadosos, cautelosos e diligentes. Nós, Participantes, precisamos ter a tranquilidade de que a Fundação vai continuar a desempenhar esse trabalho competente, profissional, ético, dentro das normas de integridade e em conformidade com todas as leis. Essa missão é muito importante. Vamos em frente. Juntos, construiremos dias melhores.”
 
O presidente do Conselho Deliberativo, Valdemar Freitas, disse que a solenidade de posse é o coroamento de um processo exitoso de governança participativa, com uma eleição muito disputada, mas que foi marcada pela tranquilidade. "Isso representa a maturidade que a Fundação atingiu, tanto na condução do processo, como no trabalho da Comissão", afirmou Valdemar, lembrando, ainda, a importância de que os conselhos sempre reservem um tempo para debater estratégias que vão além das discussões do dia a dia. 

Conselheiros reafirmam compromissos de campanha



Após assinarem o Termo de Posse, José Hollanda, Benigna Nunes e Murilo Gondim fizeram seus primeiros pronunciamentos como conselheiros recém-eleitos. Hollanda falou da herança que traz de toda uma vida dedicada à militância, com valores que, segundo ele, agregarão às suas atividades no cargo que assume. “A experiência e o tempo me ensinaram a negociar e a conviver com as mais diferentes concepções de pensamento. Sendo assim, entro hoje no Conselho para construir.” 
 
Murilo lembrou sua história pessoal com a Fundação, que começou há exatos 40 anos, quando se tornou Participante, e reafirmou bandeiras que levantou durante a campanha. “Diante do atual cenário político e econômico pelo qual passa o Brasil, tomei a decisão de fazer parte dessa luta em defesa dos nossos planos de aposentadoria e de saúde. Espero corresponder aos que em mim confiaram seu voto ou aqueles que, mesmo não tendo sido meus eleitores, desejam uma Fachesf forte e bem fiscalizada.”
 
Em seu discurso, Benigna agradeceu a Deus, aos seus eleitores, aos Participantes, a sua suplente (Júlia Margarida), amigos e familiares. Ela disse que, embora estivesse em um ato festivo, não  poderia deixar de citar o momento atual do Brasil. “Precisamos estar atentos às questões sociais e econômicas que estamos vivendo, defender as nossas conquistas e os direitos dos trabalhadores, principalmente nos temas que afetam diretamente às Fundações”, concluiu a conselheira.